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April
18th, 20.00 Porto Alegre
Concert
Goethe Institut, Porto
Alegre
with Dom Pedro, Pan&Tone,
and Terror&Extase+Moyses Lopes.
http://www.goethe.de/portoalegre
http://www.fotolog.com/colorir/43213589
April 20th, 17.00 Florianopolis
Concert
with Diogo De Haro and Peter Gossweiler
Part
of FESTIVAL MUSICA LIVRE.
Espaço Cultural Sol da Terra, Florianopolis
http://www.fotolog.com/colorir/43559615
April 22nd, 12.00 Florianopolis
Artist talk
Centro de Artes da UDESC, Florianopolis
http://www.ceart.udesc.br/noticias/ppgav/gal.php
April
27th, 00.00 - 06.00 Sao Paulo
Concert
Teatro X, Sao Paulo (Rua Rui Barbosa, 399)
Night of free improvisation as part of Virada Cultural 2008.
with
Thomas Rohrer, Hans Koch, Antonio Panda Gianfratti, Rob Mazurek,
Miguel Barella, Maurício Takara, Paulo Hartmann, Marco Scarassatti,
Célio Barros et al.
http://viradacultural.org
April 30th, 10.00 Sao Paulo
2 Lectures:
a) A short history of sound installation art.
b) Recent intermedia installations.
UNESP, Instituto de Artes, Sao Paulo
http://www.ia.unesp.br
May 9th, 20.00 Rio de Janeiro
Concert
Plano B, Rio de Janeiro
with Leo Alves Vieira and Glen Hall
http://www.myspace.com/planoblivesessions
May 13th, 21.00 Sao Paulo
Concert
Ibrasotope, Sao Paulo
with Leo Alves Vieira
http://www.myspace.com/ibrasotope
Further
events and details tba...
Feedback:
"...Cheguei e o Bernhard Gal já tava tocando. A sala estava
escura e felizmente não tropecei e nem caí, pra evitar um
estrago maior. Não sei se ele tinha recém começado
ou não. Mesmo atrasada me senti bem vinda naquelas cores vermelho
e roxo onde era possível ouvir cada respirar mais profundo e o
mais leve ajeitar-se das pessoas nas cadeiras. O som de piano era baixo,
repetitivo mas não chegava a ser perturbador, na verdade em mim
causou um efeito relaxante, como se a música fizesse parte do ambiente
mesmo. Tinha um barulho de disco riscado bem insistente mas depois vieram
os passarinhos e eu sorri. Adoro esse som. Só não sei dizer
se aqueles eram passarinhos produzidos ou gravados mesmo. De qualquer
forma, pareciam naturais. Daí rolou um grilo também, bem
no fundo da cabeça. A forma que eu percebi aquele som foi surreal,
pois ele parece realmente estar chegando de uma outra sala, de uma slaa
de trás do auditório onde a gente estava. E teve uma hora
que eu juro que ouvi muito brevemente pessoas conversando num dialeto
meio caribenho-africano. Será? Às vezes eu me sentia no
meio de uma floresta. Foram várias as sensações estranhas.
Outras vezes me sentia como se ouvisse ondas do mar ao longe. E por cima
de tudo isso persistia o erro, o disco furado, ora evidente, ora quase
inaudível.
Depois que acabou,
Peter chamou Diogo de Haro e Pedro (Como assim Pedro sem barba?! Era ele
mesmo?) para uma última improvisação. Ainda havia
algum tempo, pois logo após essa apresentação passaria
um filme no auditório. Essa foi uma apresentação
mais para ser observada e ouvida, do que ser sentida. O piano e o pedal
duplo foram usados de formas nada ortodoxas e não sei se foi piração
da minha cabeça mas simplesmente houve uma hora em que Bernhard
não tocou nada. Foi divertido. Sempre é. A parte que eu
mais curto de todos os eventos de música livre que eu vou são
as improvisações finais. Depois que tudo acabou fui lá
fora e acendi um cigarro. Como tinha chegado atrasada e estava com vergonha,
não fui falar com ninguém. <ironia>Acho uma puta falta
de respeito os eventos começarem na hora, uma puta falta de consideração
com os que se atrasam. </ironia>..."
[ Dora, Crônicas Atípicas, Florianopolis ]
http://cronicasatipicas.wordpress.com
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